kenji https://kenji.news/ Vivemos de esporte. Sun, 01 Nov 2026 19:44:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.4 https://kenji.news/wp-content/uploads/2026/10/icone-site-150x150.png kenji https://kenji.news/ 32 32 Brasil fecha Mundial de paraciclismo com seis pódios e bronze de Jerusa Geber https://kenji.news/brasil-mundial-paraciclismo-pista-2026/ Sun, 01 Nov 2026 19:44:06 +0000 https://kenji.news/?p=174 Seleção somou uma prata, com Lauro Chaman, e cinco bronzes em quatro dias de competição na Holanda.

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Apeldoorn – A seleção brasileira de paraciclismo encerrou neste domingo (1º) o Mundial de pista em Apeldoorn, na Holanda, com seis pódios: uma prata e cinco bronzes. A última medalha veio na velocidade por equipes da classe B, para atletas com deficiência visual, com dois velocistas que construíram a carreira no atletismo.

A acreana Jerusa Geber, com a pilota Carolina Barbosa Alves do Nascimento, e o mato-grossense Lucas Prado, com o piloto Carlos Luan Rodrigues Silva, fecharam a prova em 50s776, 1s171 à frente da equipe estadunidense. No tandem, a bicicleta de dois lugares usada pela classe, o atleta com visão vai no banco da frente e o atleta com deficiência visual pedala atrás.

Jerusa chegou ao ciclismo depois de ganhar dois ouros nos Jogos Paralímpicos de Paris-2024, nos 100m e nos 200m T11, classe para atletas cegos que correm com guia. Lucas também fez carreira nas pistas do atletismo.

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Ainda neste domingo, a paranaense Victoria Barbosa levou o bronze no scratch da classe C1. As classes C1 a C5 reúnem atletas com deficiência físico-motora que competem em bicicleta convencional; quanto menor o número, maior o comprometimento. Victoria completou as 40 voltas uma volta atrás da chinesa campeã, que fez 14min33s, e da australiana Tahlia Clayton-Goodie, prata.

Foi o segundo pódio de Victoria em Apeldoorn. Na sexta-feira (30), ela já tinha conquistado outro bronze.

O melhor resultado do Brasil veio no mesmo dia, com o paulista Lauro Chaman. Na classe C5, ele foi prata na prova de eliminação, atrás apenas do francês Mathis Tiphaigne. O austríaco Franz-Josef Lässer ficou com o bronze.

As primeiras medalhas saíram na abertura, na quinta-feira (29), as duas no contrarrelógio de 1.000m. O paulista Ricardo Alafim de Freitas, da C5, fez 1min06s e terminou atrás do espanhol Alfonso Cabello, campeão, e do belga Niels Verschaeren. Já a paranaense Sabrina Custódia, da C2, marcou 1min21s e ficou atrás da suíça Flurina Rigling e da irlandesa Heather Jameson.

Medalhas do Brasil

A campanha brasileira em Apeldoorn, dia a dia:

  • Quinta-feira (29): bronze de Ricardo Alafim de Freitas no contrarrelógio de 1.000m C5 e de Sabrina Custódia no contrarrelógio de 1.000m C2
  • Sexta-feira (30): prata de Lauro Chaman na eliminação C5 e bronze de Victoria Barbosa na classe C1
  • Domingo (1º): bronze de Victoria Barbosa no scratch C1 e de Jerusa Geber, Carolina Barbosa Alves do Nascimento, Lucas Prado e Carlos Luan Rodrigues Silva na velocidade por equipes B

A próxima grande competição da modalidade no calendário é a Copa Brasil de ciclismo de estrada, de 4 a 6 de dezembro, em Salvador (BA).

 

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Copa dos Campeões Feminina 2027: datas, jogos, formato e Cruzeiro x Barcelona https://kenji.news/copa-dos-campeoes-feminina/ Sun, 01 Nov 2026 16:11:39 +0000 https://kenji.news/?p=171 Campeão da Libertadores, Cruzeiro estreia contra o Barcelona em 27 de janeiro, em Miami; veja como funciona o torneio que reúne as campeãs continentais.

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A Copa dos Campeões Feminina da Fifa reúne as seis campeãs continentais e decide, todo ano, o melhor time de clubes do mundo. A segunda edição termina em janeiro de 2027, em Miami, nos Estados Unidos, e o Brasil estará lá com o Cruzeiro, que ganhou a Libertadores Feminina.

A estreia do time mineiro é logo na semifinal, contra o Barcelona, campeão da Europa, em 27 de janeiro. A final é no domingo, dia 31.

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Datas e jogos

A fase final será toda no Nu Stadium, estádio do Inter Miami, com 26,7 mil lugares. Os horários e a transmissão no Brasil ainda não foram divulgados pela Fifa. Confira os jogos:

  • Terça (26/1): América x vencedor da Rodada 2, semifinal
  • Quarta (27/1): Barcelona x Cruzeiro, semifinal
  • Domingo (31/1): disputa de terceiro lugar e final

Como funciona

O torneio é disputado em jogos eliminatórios. Se houver empate, a decisão vai para a prorrogação e, depois, para os pênaltis. As campeãs da Ásia e da Oceania abrem a disputa, e quem vence enfrenta a campeã africana. A vencedora desse confronto vai a Miami, onde as campeãs da Europa, da América do Sul e da Concacaf (América do Norte, Central e Caribe) já esperam nas semifinais.

Escudo do Barcelona
Copa dos Campeões Feminina
Barcelona
Campeão da Europa · Espanha

TÍTULOS
4
SEMIFINAL
27/1/27
  • Como chegou
    4 a 0 no Lyon, em Oslo, na final da Liga dos Campeões
  • Artilheira
    Ewa Pajor, 11 gols, a maior goleadora da competição
  • Destaques
    Aitana Bonmatí, Ewa Pajor e Clàudia Pina
  • Técnico
    Pere Romeu
  • Semifinal
    Cruzeiro, qua (27/1/27)
Copa dos Campeões Feminina
Cruzeiro
Campeão da América do Sul · Brasil

TÍTULOS
1
SEMIFINAL
27/1/27
  • Como chegou
    4 a 4 com o Corinthians e 5 a 4 nos pênaltis, em Quito
  • Campanha
    invicto, com cinco vitórias e um empate
  • Artilheira
    Byanca Brasil, 6 gols
  • Destaques
    Byanca Brasil e Marília
  • Técnico
    Jonas Urias
  • Semifinal
    Barcelona, qua (27/1/27)
Escudo do América
Copa dos Campeões Feminina
América
Campeão da Concacaf · México

TÍTULOS
1
SEMIFINAL
26/1/27
  • Como chegou
    5 a 3 no Washington Spirit, dos EUA, em Pachuca
  • Destaques
    Scarlett Camberos, melhor em campo na final, e a brasileira Geyse
  • Técnico
    Ángel Villacampa
  • Semifinal
    vencedor de Naegohyang x campeão africano, ter (26/1/27)

Semifinais da Copa dos Campeões Feminina da Fifa, no Nu Stadium, em Miami. Horários ainda não divulgados.

As etapas da edição 2027:

  • Rodada 1: o Naegohyang, da Coreia do Norte, venceu o Auckland United, da Nova Zelândia, por 2 a 0, em 25 de outubro, em Hangzhou, na China
  • Rodada 2: Naegohyang x campeã africana, em dezembro, em data e local a definir. A Liga dos Campeões africana é disputada no Egito até 15 de novembro
  • Semifinais e final: em Miami, de 26 a 31 de janeiro

Os confrontos das semifinais seguem os resultados da edição anterior. Em 2026, a campeã sul-americana enfrentou a da Concacaf. Desta vez, pega a da Europa.

Cruzeiro x Barcelona

O Cruzeiro chega a Miami depois de uma campanha invicta na primeira Libertadores que disputou: cinco vitórias e um empate. Na final, em Quito, no Equador, perdia por 3 a 0 para o Corinthians, empatou por 4 a 4 nos acréscimos e venceu nos pênaltis.

O adversário é o time mais vencedor da Europa nesta década. O Barcelona ganhou a Liga dos Campeões feminina em maio, com 4 a 0 no Lyon, em Oslo, na Noruega, e chegou ao quarto título, depois dos de 2021, 2023 e 2024. Na campanha, eliminou o Real Madrid por 12 a 2 no placar agregado das quartas de final e o Bayern de Munique por 5 a 3 nas semifinais.

Barcelona levanta a taça da Champions League Feminina em 2026.
Barcelona levanta a taça da Champions League Feminina em 2026. Foto: Divulgação/FC Barcelona Femení

Outras classificadas

O América, do México, ganhou a Copa dos Campeões da Concacaf em 23 de maio, com 5 a 3 no Washington Spirit, dos Estados Unidos, em Pachuca. A atacante Scarlett Camberos foi eleita a melhor em campo na final.

A quarta vaga sai da Rodada 2, entre o Naegohyang, campeão asiático, e a vencedora da Liga dos Campeões africana.

Primeira edição

A primeira Copa dos Campeões, em 2026, já teve um brasileiro na final. O Corinthians eliminou o Gotham FC, dos Estados Unidos, por 1 a 0 na semifinal e enfrentou o Arsenal no estádio Emirates, em Londres, em 1º de fevereiro.

Gabi Zanotti e Vic Albuquerque, de pênalti nos acréscimos, marcaram para o Corinthians, e o jogo terminou 2 a 2 no tempo normal. Na prorrogação, a australiana Caitlin Foord fez o gol do título do Arsenal, que venceu por 3 a 2. O Gotham ficou em terceiro, com 4 a 0 no ASFAR, do Marrocos.

Diferença para o Mundial de Clubes

A Copa dos Campeões é disputada nos anos sem Mundial de Clubes Feminino. O primeiro Mundial será de 5 a 30 de janeiro de 2028, nos Estados Unidos, com 19 times, e a Copa dos Campeões fará uma pausa nesse ano. A próxima edição está prevista para janeiro de 2029.

As duas competições estão ligadas. Segundo a Fifa, as vagas do Mundial são distribuídas pelo desempenho dos clubes nas edições da Copa dos Campeões dos dois anos anteriores. A América do Sul terá duas vagas diretas e uma na repescagem. A campanha do Cruzeiro em Miami, portanto, conta para a distribuição dessas vagas.

O Corinthians, campeão da Libertadores em 2025, também está classificado.

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Como o Cruzeiro derrubou favoritos e conquistou a Libertadores Feminina https://kenji.news/cruzeiro-campeao-libertadores-feminina/ Sun, 01 Nov 2026 09:47:47 +0000 https://kenji.news/?p=165 Criado em 2019, o time mineiro venceu o Corinthians numa final de oito gols e conquistou o título mais cobiçado das Américas.

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O primeiro título de expressão do futebol feminino do Cruzeiro é justamente o mais cobiçado das Américas. Neste sábado (31), em Quito, no Equador, o clube conquistou a Libertadores Feminina na primeira vez que disputou o torneio ao superar o Corinthians, dono de seis títulos continentais e campeão das três edições anteriores.

A conquista vem sete anos após o clube criar a divisão feminina, em 2019. No caminho, houve títulos mineiros e um quase no Brasileiro de 2025, quando as Cabulosas perderam a final para o próprio Corinthians. Nesse período, o elenco passou a ter jogadoras convocadas para a seleção e encontrou uma referência em Byanca Brasil, camisa 10, artilheira e líder do time.

Libertadores Feminina
Cruzeiro
Campeão em 2026 · estreante

JOGOS
6

GOLS PRÓ
16

GOLS CONTRA
5

  • Campanha
    2 a 1 LDU Quito, 3 a 0 Bolívar, 3 a 0 Olimpia, 3 a 0 Libertad, 1 a 0 Olimpia e 4 a 4 Corinthians (5 a 4 nos pênaltis)
  • Artilheira
    Byanca Brasil, 6 gols (artilharia dividida)
  • Final
    saiu de 0 a 3 para 4 a 4, com o empate nos acréscimos
  • Na final
    38% de posse, 16 finalizações e 2,9 gols esperados
  • Prêmio
    US$ 2 milhões
  • Próximo jogo
    Barcelona, semifinal da Copa dos Campeões Feminina da Fifa, janeiro, Miami (EUA)

Libertadores Feminina 2026. Fonte: Conmebol.

Time criado em 2019

O time feminino do Cruzeiro nasceu em fevereiro de 2019, para cumprir a exigência da Conmebol e da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) de que clubes com equipe masculina em suas competições mantivessem um time feminino. No primeiro ano, foi campeão mineiro invicto e vice da Série A2 do Brasileiro, o que garantiu o acesso à elite.

Depois vieram três finais seguidas do Mineiro perdidas para o Atlético-MG, de 2020 a 2022. O Cruzeiro quebrou a sequência em 2023 e voltou a ganhar o estadual em 2024 e 2025.

O salto nacional veio em 2025. As Cabulosas terminaram a primeira fase do Brasileiro na liderança e chegaram à final, perdida para o Corinthians: empate por 2 a 2 em Belo Horizonte (MG) e derrota por 1 a 0 em São Paulo (SP), diante de 41.130 torcedores. O vice valeu a vaga na Libertadores.

Elenco reformulado

Para 2026, o clube trocou quase metade do elenco, com 11 contratações e 11 saídas. Entre as chegadas estavam a goleira Cláudia, ex-Fluminense, a zagueira Tainara, ex-Bayern de Munique e Palmeiras, e a atacante Millene, ex-Corinthians e Ferroviária.

A temporada teve seis lesões de ligamento cruzado anterior no grupo, entre elas as das zagueiras Tainara e Paloma Maciel. Na janela do meio do ano, o Cruzeiro voltou ao mercado: trouxe a atacante Radija, ex-América, a zagueira venezuelana Yenifer Giménez, que jogava no Servette, da Suíça, e Isadora Amaral, zagueira e meio-campista, ex-Palmeiras.

No Brasileiro de 2026, o time terminou a primeira fase em sétimo e caiu nas quartas, de novo para o Corinthians. Marília foi a artilheira do campeonato, com 11 gols.

O elenco também passou a frequentar a seleção. Em 2026, o técnico Arthur Elias convocou Cláudia para os amistosos de fevereiro e chamou Marília, Vitória Calhau e Paloma para a Fifa Series, em abril, em Cuiabá (MT). Byanca, Camila e Isa Haas também já defenderam a seleção principal.

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Números da campanha

O Cruzeiro terminou invicto, com cinco vitórias e um empate, 16 gols marcados e cinco sofridos, quatro deles na final. Byanca, a camisa 10, fez seis gols e dividiu a artilharia com Vic, do Corinthians, e com Mariana Zamorano, do Santa Fe, da Colômbia.

Foi o terceiro título de Byanca na Libertadores, e cada um foi o primeiro do clube que ela defendia: o Corinthians, em parceria com o Audax, em 2017, o Palmeiras, em 2022, e agora o Cruzeiro. Segundo a Conmebol, nenhum time ganhava o torneio na estreia desde aquele Palmeiras.

O próximo adversário é o Barcelona, campeão da Liga dos Campeões feminina 2025/26, na semifinal da Copa dos Campeões Feminina da Fifa, em janeiro, em Miami, nos Estados Unidos.

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Como o Brasil pode se classificar na ginástica para Los Angeles-2028? https://kenji.news/ginastica-artistica-classificacao-los-angeles-2028/ Fri, 30 Oct 2026 17:21:21 +0000 https://kenji.news/?p=161 Seleções disputam nove vagas por equipes no Mundial da China; Sul-Americano no Peru não conta.

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A ginástica artística brasileira saiu do Mundial de Roterdã, na Holanda, sem vaga para Los Angeles-2028. A seleção feminina terminou em quinto lugar por equipes em 21 de outubro, e só as três medalhistas se garantiram nos Jogos. A próxima chance é o Mundial de 2027, em Chengdu, na China, que distribui mais nove vagas por equipes em cada gênero.

O caminho foi definido pela FIG (Federação Internacional de Ginástica) e passa por quatro competições até maio de 2028. O Sul-Americano, que será realizado em novembro deste ano, não está entre elas.

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Vagas por equipes

Cada gênero terá 12 seleções de cinco ginastas em Los Angeles, sem reservas. Elas saem de dois Mundiais:

  • Mundial de 2026, em Roterdã (Holanda): três vagas, para as medalhistas da final por equipes. No feminino, ficaram com China, Estados Unidos e Japão; no masculino, com Japão, China e Rússia.
  • Mundial de 2027, em Chengdu (China): nove vagas, para as nove melhores seleções ainda não classificadas.

Em 2027, o que vale é a classificatória por equipes, e não a final. Um dia ruim na primeira fase basta para tirar uma seleção dos Jogos.

Seleção feminina

A equipe feminina já tem lugar garantido no Mundial de 2027 por ter chegado à final em Roterdã. Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira, Thais Fidelis e Sophia Weisberg entraram na decisão em oitavo e terminaram em quinto, com 159,730 pontos, atrás de China, Estados Unidos, Japão e França.

Seleção brasileira feminina de ginástica artística no Mundial de Roterdã.
Seleção brasileira feminina de ginástica artística no Mundial de Roterdã. Foto: MeloGym/CBG

Rebeca deixou a Holanda com o tricampeonato mundial no salto, conquistado em 24 de outubro, e chegou a dez medalhas em Mundiais. O quinto lugar por equipes veio depois da prata no Mundial de 2023, na Antuérpia, na Bélgica, e do bronze em Paris-2024.

Seleção masculina

O masculino terminou a classificatória de Roterdã em 19º lugar, sem nenhum finalista. A equipe competiu sem Caio Souza, operado depois de uma lesão no bíceps em setembro, e perdeu Arthur Nory no meio da prova, depois de uma queda na barra fixa que abriu um corte na testa. Diogo Soares foi o melhor brasileiro no individual geral, em 36º.

Para ir a Los Angeles como equipe, o time precisa ficar entre as nove melhores seleções ainda sem vaga na classificatória de Chengdu.

Vagas individuais

País sem equipe classificada ainda pode levar até três ginastas a Los Angeles. As vagas saem destas competições:

  • Mundial de 2027, por equipes: as três seleções seguintes na classificatória ganham uma vaga cada, e a confederação escolhe quem a usa.
  • Mundial de 2027, individual geral: 14 vagas no feminino e oito no masculino, uma por país, pela classificatória.
  • Mundial de 2027, aparelhos: uma vaga por aparelho, para o ginasta mais bem colocado entre os três primeiros de cada final que ainda não tenha vaga (quatro no feminino, seis no masculino).
  • Copa do Mundo de aparelhos de 2028: duas vagas por aparelho, uma por país, pelo ranking das quatro melhores etapas, entre fevereiro e abril.
  • Campeonatos continentais de 2028: uma vaga por gênero em cada continente, para o melhor do individual geral ainda sem vaga, até o fim de maio.

Ginasta de país com equipe classificada não disputa essas vagas: vai aos Jogos como parte do time. Os Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2027, não distribuem vagas na ginástica artística.

Los Angeles-2028 terá 15 provas na modalidade, uma a mais que Paris-2024, com a estreia da disputa por equipes mistas. Para competir, a ginasta precisa ter nascido até 31 de dezembro de 2012, e o ginasta, até 31 de dezembro de 2010.

Sul-Americano no Peru

O Sul-Americano será de 18 a 23 de novembro, na Villa Deportiva Nacional, em Lima, no Peru. Das 12 ginastas que foram a Roterdã, só Gabriela Bouças, reserva da equipe feminina no Mundial, está na lista.

A CBG convocou seis ginastas por gênero. No feminino, com os clubes:

  • Gabriela Barbosa: Pinheiros (SP)
  • Gabriela Bouças: Flamengo (RJ)
  • Isabel Aguilar: Flamengo (RJ)
  • Julia Coutinho: Flamengo (RJ)
  • Luiza Abel: Sesi-SP
  • Nicole Bello: Flamengo (RJ)

Os treinadores são Felipe Nayme e Rafaela Garcia. No masculino, sob o comando de Caio Silva e Hilton Dichelli, a lista é esta:

  • Diogo Farias: Pinheiros (SP)
  • Diogo Paes: Pinheiros (SP)
  • Gustavo Pereira: Minas Tênis Clube (MG)
  • João Perdigão: Pinheiros (SP)
  • Juliano Oliva: Grêmio Náutico União (RS)
  • Pedro Silvestre: COTP (SP)

Calendário até Los Angeles-2028

As próximas etapas do ciclo, em ordem:

  • 18 a 23/11/2026: Sul-Americano, Lima (Peru)
  • Fim de setembro e início de outubro de 2027: Mundial, Chengdu (China)
  • 24/2 a 15/4/2028: Copa do Mundo de aparelhos
  • Até o fim de maio de 2028: campeonatos continentais
  • 14 a 30/7/2028: Jogos Olímpicos, Los Angeles (EUA)

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Com Gui Santos e Splitter na disputa, Copa da NBA chega à quarta edição https://kenji.news/copa-da-nba-2026-grupos-datas-onde-assistir/ Thu, 29 Oct 2026 17:49:03 +0000 https://kenji.news/?p=158 Torneio disputado dentro da temporada regular vai até 11 de dezembro e estreia nova sede para a final.

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A Copa da NBA começa nesta sexta-feira (30) com dez jogos, entre eles as estreias do ala Gui Santos, do Golden State Warriors, e do técnico Tiago Splitter, do Chicago Bulls. O torneio, disputado dentro da temporada regular, vai até 11 de dezembro e terá a final no Hinkle Fieldhouse, em Indianápolis, nos Estados Unidos.

Na quarta edição, os 30 times da liga estão divididos em seis grupos de cinco, três de cada conferência. Cada time faz quatro jogos, um contra cada rival do grupo, e todos valem também para a classificação da temporada.

Gui Santos, de 24 anos, estreia contra o Los Angeles Lakers, em San Francisco, às 19h (23h de Brasília). Mais cedo, Splitter, que assumiu o Bulls em junho, visita o Boston Celtics às 19h30 (20h30 de Brasília). Como o mata-mata é dividido por conferência, Warriors e Bulls só podem se enfrentar na final.

Jogos dos brasileiros

Horários de Brasília. A estreia do Warriors passa no Prime Video. A transmissão dos outros jogos depende da escala semanal de ESPN, Disney+, Prime Video e NBA League Pass. Gui Santos e o Warriors estão no grupo Oeste C:

  • 30/10 (sexta), 23h: Golden State Warriors x Los Angeles Lakers, em San Francisco, no Prime Video
  • 13/11 (sexta), 23h30: San Antonio Spurs x Golden State Warriors, em San Antonio
  • 26/11 (quinta), 0h: Golden State Warriors x Sacramento Kings, em San Francisco
  • 27/11 (sexta), 23h30: Portland Trail Blazers x Golden State Warriors, em Portland

Splitter e o Bulls estão no grupo Leste C:

  • 30/10 (sexta), 20h30: Boston Celtics x Chicago Bulls, em Boston
  • 13/11 (sexta), 22h: Chicago Bulls x Atlanta Hawks, em Chicago
  • 20/11 (sexta), 22h: Chicago Bulls x Washington Wizards, em Chicago
  • 25/11 (quarta), 21h: Charlotte Hornets x Chicago Bulls, em Charlotte

Grupos

A divisão seguiu a campanha da temporada passada. Os times de cada conferência foram separados em cinco potes, e cada grupo recebeu um time de cada pote:

  • Leste A: Detroit Pistons, Toronto Raptors, Orlando Magic, Milwaukee Bucks e Brooklyn Nets
  • Leste B: New York Knicks, Cleveland Cavaliers, Philadelphia 76ers, Miami Heat e Indiana Pacers
  • Leste C: Boston Celtics, Atlanta Hawks, Charlotte Hornets, Chicago Bulls e Washington Wizards
  • Oeste A: Denver Nuggets, Houston Rockets, Phoenix Suns, Dallas Mavericks e Utah Jazz
  • Oeste B: Oklahoma City Thunder, Minnesota Timberwolves, Los Angeles Clippers, New Orleans Pelicans e Memphis Grizzlies
  • Oeste C: San Antonio Spurs, Los Angeles Lakers, Portland Trail Blazers, Golden State Warriors e Sacramento Kings

Como funciona

Avançam ao mata-mata os seis líderes de grupo e um wild card por conferência, o segundo colocado com a melhor campanha. No desempate, os pontos marcados na prorrogação não contam no saldo.

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Quartas de final e semifinais são em jogo único, na casa do time mais bem classificado. Até a semifinal, os jogos valem para a temporada regular. A final não vale: entra como um 83º jogo, fora das estatísticas. Os 22 times eliminados na fase de grupos ganham dois jogos extras na tabela para completar os 82.

Os jogadores dos times que chegam ao mata-mata recebem prêmio em dinheiro, maior a cada fase. Na primeira edição, em 2023, cada campeão levou US$ 500 mil, valor que sobe todo ano junto com o teto salarial da liga.

Datas

A fase de grupos ocupa as sextas-feiras de novembro, além de duas datas extras na semana do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos. O calendário completo:

  • Fase de grupos: 30/10, 6/11, 13/11, 20/11, 24/11, 25/11 e 27/11
  • Quartas de final: 4 e 5/12
  • Semifinais: 8 e 9/12
  • Final: 11/12, em Indianápolis (EUA)

Campeões e MVPs

As três primeiras finais foram em Las Vegas, nos Estados Unidos. Em todas, o campeão foi diferente, e o MVP, prêmio de melhor jogador do torneio, saiu do time vencedor:

  • 2023: Los Angeles Lakers 123 x 109 Indiana Pacers; MVP: LeBron James
  • 2024: Milwaukee Bucks 97 x 81 Oklahoma City Thunder; MVP: Giannis Antetokounmpo
  • 2025: New York Knicks 124 x 113 San Antonio Spurs; MVP: Jalen Brunson

Os Knicks foram além. Depois da Copa, bateram de novo o Spurs nas finais da NBA e se tornaram o primeiro time a ganhar os dois títulos na mesma temporada. Na defesa da taça, estão no grupo Leste B, com o Philadelphia 76ers de LeBron James, que os recebe nesta sexta, em Filadélfia, às 19h30 (20h30 de Brasília), no Prime Video.

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Felipe Wu lidera Brasil no primeiro Mundial de tiro do ciclo de Los Angeles-2028 https://kenji.news/mundial-tiro-esportivo-doha-2026-brasileiros/ Thu, 29 Oct 2026 17:26:51 +0000 https://kenji.news/?p=155 Atiradores disputam 36 vagas olímpicas no Catar; pistola de ar chega com pódio completo no Sul-Americano.

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O Brasil tem sete atiradores inscritos no Mundial de tiro esportivo, em Doha, no Catar, a primeira competição do ciclo que distribui vagas para os Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028. As finais vão de terça-feira (3) a 13 de novembro, e os brasileiros estreiam no primeiro dia, na carabina de ar 10m.

Brasileiros inscritos

A lista de inscritos da ISSF (Federação Internacional de Tiro Esportivo) tem seis homens e uma mulher, divididos assim:

  • Pistola de ar 10m: Felipe Wu, Caio de Almeida e Philipe Chateaubrian
  • Pistola de tiro rápido 25m: Felipe Wu
  • Carabina de ar 10m: Cássio Rippel, Eduardo Sampaio e Geovana Meyer
  • Carabina três posições 50m: Cássio Rippel, Eduardo Sampaio e Geovana Meyer
  • Carabina deitado 50m (fora do programa olímpico): Cássio Rippel, Eduardo Sampaio e Geovana Meyer
  • Fossa olímpica: Haddy Gomes

Pódio no Sul-Americano

A pistola de ar chega a Doha embalada. No sábado (24), no Campeonato Sul-Americano, em Buenos Aires, na Argentina, o Brasil ocupou o pódio inteiro da prova. Felipe Wu ficou com o ouro, com 239,8 pontos, Caio de Almeida levou a prata, com 238,5, e Philipe Chateaubrian, o bronze, com 217,9. O trio inverteu a ordem da classificatória, que Philipe tinha liderado.

Caio e Felipe Wu também ganharam o ouro por equipes, ao lado de Adalto da Silveira, com 1.714 pontos. Na carabina, Geovana Meyer terminou a classificatória da carabina 3×20 em primeiro e foi prata na final, com 343,5 pontos, além de ouro por equipes. Já Eduardo Sampaio venceu a carabina deitado 50m, com 627,6 pontos, prova que também disputa no Catar.

Segundo a CBTE (Confederação Brasileira de Tiro Esportivo), o Brasil somou 14 medalhas só naquele sábado, terceiro dia do Sul-Americano.

Em jogo

O Mundial distribui 36 vagas olímpicas, três em cada uma das 12 provas individuais do programa de Los Angeles-2028. As provas de equipes mistas não dão vaga. A vaga fica com o país, e o atirador escolhido para usá-la precisa ter feito o índice mínimo da ISSF.

Depois de Doha, a próxima chance dos brasileiros é o Campeonato das Américas, em Lima, no Peru, de 21 de novembro a 1º de dezembro.

Horário e onde assistir

As provas são no Complexo de Tiro de Lusail, cidade vizinha a Doha. O Catar está seis horas à frente de Brasília: a primeira final com brasileiros, a da carabina de ar masculina, começa às 14h30 locais (8h30 de Brasília). A ISSF transmite a competição no seu canal no YouTube.

Programação dos brasileiros, com horários de Brasília:

  • Terça-feira (3), 3h: classificatória da carabina de ar 10m masculina, com Cássio Rippel e Eduardo Sampaio; final às 8h30
  • Terça-feira (3), 7h: classificatória da carabina de ar 10m feminina, com Geovana Meyer; final às 12h30
  • Terça (3) e quarta-feira (4), 3h: classificatória da pistola de tiro rápido 25m, com Felipe Wu; final na quarta, às 10h
  • Quinta-feira (5), 7h: classificatória da pistola de ar 10m, com Felipe Wu, Caio de Almeida e Philipe Chateaubrian; final às 12h30
  • Sexta-feira (6) e sábado (7): carabina deitado 50m, com Cássio, Eduardo e Geovana; eliminatória na sexta e prova no sábado, às 3h15 (feminino) e às 5h (masculino)
  • Domingo (8) e segunda-feira (9): carabina três posições 50m feminina, com Geovana; eliminatória no domingo, às 3h, classificatória na segunda, às 3h15, e final às 7h
  • Terça (10) e quarta-feira (11): carabina três posições 50m masculina, com Cássio e Eduardo; eliminatória na terça, às 3h, classificatória na quarta, às 3h15, e final às 7h
  • De terça (10) a quinta-feira (12), 2h: classificatória da fossa olímpica masculina, com Haddy Gomes; final na quinta, às 9h

Felipe Wu é o último brasileiro a subir num pódio olímpico do tiro. Ele foi prata na pistola de ar 10m na Rio-2016, a primeira medalha do Brasil naqueles Jogos e a primeira do país no tiro desde 1920.

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Brasil leva 18 atletas ao Mundial de ciclismo paralímpico na Holanda https://kenji.news/mundial-ciclismo-paralimpico-pista-brasil/ Wed, 28 Oct 2026 15:43:08 +0000 https://kenji.news/?p=151 Equipe tem a recordista mundial Sabrina Custódia e Jerusa Geber, bicampeã paralímpica no atletismo.

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Apeldoorn – A seleção brasileira de ciclismo paralímpico começa nesta quinta-feira (29) a disputa do Mundial de pista, na Holanda. São 18 atletas e oito pilotos no Omnisport Apeldoorn até domingo (1º), numa competição que vale pontos no ranking mundial, usado na classificação para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles-2028.

Sabrina Custódia chega como campeã mundial. Na edição do ano passado, no Velódromo Olímpico do Rio de Janeiro (RJ), a ciclista da classe C2, para atletas com deficiência físico-motora que usam bicicleta convencional, venceu o 1 km contrarrelógio com 1min20s020, recorde mundial. Foi a primeira brasileira, entre atletas olímpicos e paralímpicos, a bater um recorde mundial no ciclismo de pista.

Na classe B, para atletas com deficiência visual, a seleção tem Jerusa Geber. A acreana de 44 anos, bicampeã paralímpica do atletismo em Paris-2024, nos 100m e nos 200m da classe T11, de atletas cegos, pedala desde o fim de 2024. Em Apeldoorn, ela corre com a pilota Carolina Barbosa Alves do Nascimento.

Delegação brasileira

A equipe foi montada com atletas convocados, convidados e ciclistas do programa de transição de modalidades do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro). Os sete convocados, com a classe de cada um:

  • Lauro César Moro Chaman: C5
  • Victoria Maria Barbosa: C1
  • Sabrina Custódia da Silva: C2
  • Ricardo Alafim de Freitas: C5
  • Johnatan Mineiro Santos: C5
  • Jerusa Geber dos Santos: B, com a pilota Carolina Barbosa Alves do Nascimento
  • Theo Ribeiro Denadai: C4

Os seis atletas convidados são estes:

  • Marcia Ribeiro Fanhani: B, com a pilota Marcela Lima Braga Matos
  • Bianca Canovas Garcia: B, com a pilota Amanda Kunkel
  • Dirceu Soares de Almeida: C4
  • Eduardo Carvalho Hipolito: C3
  • Fabio da Silva Bordignon: C3
  • Anny Caroline de Bassi: C5

Os cinco do programa de transição competem todos na classe B:

  • Silvania Costa de Oliveira, com a pilota Yara Driele Mirande de Oliveira
  • Viviane Ferreira Soares, com a pilota Laura Zenovelo da Silva
  • Lucas Prado, com o piloto Luan Carlos Rodrigues Silva
  • Gustavo Henrique Faria Araujo, com o piloto Endrigo da Rosa Pereira
  • Ricardo Costa de Oliveira, com o piloto Mauro Santos de Aquino

Datas e onde acompanhar

O Mundial reúne mais de 200 ciclistas dos cinco continentes. As informações principais:

  • Datas: de quinta-feira (29) a domingo (1º)
  • Local: Omnisport Apeldoorn, em Apeldoorn (Holanda)
  • Fuso: a Holanda está quatro horas à frente de Brasília
  • Resultados ao vivo: site de cronometragem da UCI (União Ciclística Internacional)

Provas e classes

O programa tem perseguição individual, contrarrelógio de 1 km, velocidade individual, velocidade por equipes, velocidade por equipes em tandem, eliminação e scratch.

Lauro Chaman em disputa nociclismo de pista nos Jogos Paralímpicos de Paris-2024.
Lauro Chaman em disputa nociclismo de pista nos Jogos Paralímpicos de Paris-2024. Foto: Alessandra Cabral/CPB

Na classe C, os atletas usam bicicletas convencionais, que podem receber adaptações. Ela vai de C1 a C5, e quanto menor o número, maior o comprometimento físico. Na classe B, a bicicleta é um tandem, com o atleta com deficiência visual atrás e um piloto que enxerga à frente.

Em jogo

Além dos títulos mundiais, os pontos de Apeldoorn entram no ranking da UCI, uma das vias de classificação para Los Angeles-2028. O Brasil chega depois de ganhar cinco medalhas, uma prata e quatro bronzes, no Mundial de estrada, em setembro, em Huntsville, nos Estados Unidos.

Com informações do CPB e da CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo).

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Brasil começa o mata-mata do Mundial sub-17 contra a Polônia, algoz de 2024 https://kenji.news/brasil-polonia-oitavas-mundial-sub-17/ Wed, 28 Oct 2026 11:13:41 +0000 https://kenji.news/?p=145 Empate com as polonesas eliminou o Brasil em 2024; jogo único começa às 15h de Brasília.

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Salé – A seleção brasileira feminina sub-17 começa nesta quarta-feira (28) a campanha no mata-mata da Copa do Mundo da categoria, no Marrocos. Nas oitavas de final, o Brasil reencontra a Polônia, com quem empatou no jogo que tirou a seleção do Mundial há dois anos. A bola rola às 19h (15h de Brasília), no Complexo de Futebol Feminino Mohammed VI, em Salé.

Horário e onde assistir

O jogo é único, e quem vencer segue para as quartas de final. Veja detalhes e programação no horário de Brasília:

  • Data: quarta-feira, 28 de outubro
  • Horário: 15h
  • Local: Complexo de Futebol Feminino Mohammed VI, Salé (Marrocos)
  • Transmissão: SporTV, CazéTV e FIFA+

Campanha no Marrocos

Comandado pela técnica Rilany Silva, o Brasil terminou o Grupo C na liderança, com sete pontos, 12 gols marcados e cinco sofridos. Os resultados da fase de grupos:

  • 1ª rodada: Brasil 6 x 2 Canadá
  • 2ª rodada: Brasil 3 x 3 Gana
  • 3ª rodada: Brasil 3 x 0 Noruega

Helena, Nicolly e Greise dividem a artilharia da equipe, com dois gols cada. Greise marcou os dois dela na goleada sobre o Canadá, na estreia. Contra Gana, o time saiu com um ponto num jogo de seis gols, o único tropeço da primeira fase.

Algoz de 2024

A Polônia disputa apenas a segunda Copa do Mundo sub-17 da história. No Grupo B, venceu a Nigéria por 2 a 1 na estreia, levou 6 a 1 da Coreia do Norte e se recuperou com uma goleada por 6 a 2 sobre Porto Rico.

Polonesa celebra gol na fase de grupos da Copa do Mundo.
Polonesa celebra gol na fase de grupos da Copa do Mundo. Foto: Joern Pollex / FIFA

A estreia das polonesas foi justamente em 2024, na República Dominicana. Na fase de grupos, empataram sem gols com o Japão e com o Brasil e venceram a Zâmbia por 2 a 0. O 0 a 0 com as brasileiras não bastou para a seleção avançar, enquanto a Polônia seguiu em frente e só caiu nas quartas de final, por 1 a 0 para a Coreia do Norte.

Foi o único confronto entre as duas seleções em Copas do Mundo sub-17 até agora.

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Atrás do título inédito

O Brasil joga o Mundial desde a primeira edição, em 2008, na Nova Zelândia. Chegou às quartas de final em 2010, 2012 e 2022, mas a melhor campanha veio em 2025, no Marrocos. Já com Rilany no comando, a seleção chegou pela primeira vez à semifinal e terminou em quarto lugar.

A mais experiente do elenco atual é a defensora Andreyna, mineira de Cristais (MG), com 15 convocações para a sub-17. Se passar pela Polônia, o Brasil chega às quartas de final pela quinta vez e pela segunda edição seguida.

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Atleta paralímpica é a única representante do Brasil na elite da Maratona de Nova York https://kenji.news/maratona-de-nova-york-2026-horario-onde-assistir/ Wed, 28 Oct 2026 10:51:43 +0000 https://kenji.news/?p=141 Paulista corre em cadeira de rodas neste domingo (1º); veja horários de Brasília e onde assistir.

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Vanessa Cristina de Souza é a única brasileira entre os profissionais da Maratona de Nova York, nos Estados Unidos, neste domingo (1º). A paulista de 36 anos larga às 8h02 (10h02 de Brasília) na prova feminina em cadeira de rodas, na edição que marca os 50 anos do percurso pelos cinco distritos da cidade.

Horário e onde assistir

As provas em cadeira de rodas abrem o dia, com largada em Staten Island e chegada no Central Park, em Manhattan. Veja a programação no horário local de Brasília:

  • 10h: elite masculina em cadeira de rodas
  • 10h02: elite feminina em cadeira de rodas, com Vanessa de Souza
  • 10h22: handbikes e atletas com deficiência convidados
  • 10h35: elite feminina
  • 11h05: elite masculina
  • 11h10 a 13h30: cinco ondas de corredores amadores
  • Transmissão: ESPN e Disney+

Brasileira na elite

Vanessa Cristina compete na classe T54, para atletas que correm em cadeira de rodas, com função normal nos braços e controle total ou parcial do tronco. Entre as 11 profissionais da prova feminina, segundo a lista da NYRR (New York Road Runners), a organizadora, ela tem a quinta melhor marca pessoal: 1h39min55s, feita na vitória numa maratona em Duluth, nos Estados Unidos, em junho de 2025.

Em Nova York, um percurso com cinco pontes e mais lento que o de outras grandes maratonas, a brasileira foi quinta em 2021, nona em 2023 e oitava no ano passado, sempre com tempos perto de duas horas. Nos Jogos Paralímpicos de Paris-2024, terminou a maratona T54 em décimo lugar. Em abril, foi quinta na Maratona de Boston, também nos Estados Unidos, com 1h40min16s.

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O pelotão feminino reúne três ex-campeãs. A suíça Catherine Debrunner, vencedora em 2023 e recordista do percurso, bateu neste mês o recorde mundial da maratona em cadeira de rodas, com 1h33min16s, em Chicago, nos Estados Unidos. A estadunidense Tatyana McFadden tem cinco títulos em Nova York, e a australiana Madison de Rozario venceu em 2021.

A britânica Eden Rainbow-Cooper, campeã em Boston neste ano, também está inscrita. Já a estadunidense Susannah Scaroni, vencedora das duas últimas edições, ficou fora da lista. No masculino, o suíço Marcel Hug defende o título e busca a oitava vitória na cidade, depois de vencer em 2026 as maratonas de Tóquio, no Japão, de Boston e de Londres, na Inglaterra.

Favoritos

Na elite feminina, a queniana Hellen Obiri busca o terceiro título, depois das vitórias em 2023 e 2025. No ano passado, ela fez 2h19min51s e quebrou um recorde do percurso que durava 22 anos. A principal rival seria a holandesa Sifan Hassan, três vezes campeã olímpica, mas ela desistiu em 14 de outubro, por causa de uma doença que atrapalhou a preparação.

Sem Hassan, Obiri terá pela frente a compatriota Sheila Chepkirui, campeã em 2024, a etíope Gotytom Gebreslase, campeã mundial em 2022, e a uruguaia Julia Paternain. Bronze no Mundial de Tóquio, em 2025, Paternain deu ao Uruguai a primeira medalha do país em provas de corrida de um Mundial.

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No masculino, o queniano Benson Kipruto, bronze em Paris-2024, defende o título conquistado na chegada mais apertada da história da prova: venceu o compatriota Alexander Mutiso por três centésimos de segundo, com os dois em 2h08min09s. O etíope Deresa Geleta tem a segunda melhor marca do pelotão, 2h02min38s, atrás só do próprio Kipruto. O holandês Abdi Nageeye, campeão em 2024, e o queniano Geoffrey Kamworor, vencedor em 2017 e 2019, também correm.

50 anos nos cinco distritos

Até 1975, a maratona dava voltas no Central Park. Em 1976, para celebrar o bicentenário da independência dos Estados Unidos, o percurso passou a cruzar Staten Island, Brooklyn, Queens, Bronx e Manhattan, e a prova ganhou pela primeira vez um pelotão profissional. Os campeões daquele ano foram o estadunidense Bill Rodgers e a japonesa naturalizada estadunidense Miki Gorman.

A NYRR espera quase 60 mil participantes e mais de 2 milhões de espectadores neste domingo. No ano passado, 59,2 mil pessoas completaram a prova, recorde do evento e, na época, a maior maratona já disputada. Nova York fecha a temporada das grandes maratonas do circuito mundial.

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Corinthians e Cruzeiro jogam por final brasileira na Libertadores Feminina https://kenji.news/libertadores-feminina-semifinais-corinthians-cruzeiro/ Tue, 27 Oct 2026 10:00:06 +0000 https://kenji.news/?p=137 Brasileiros enfrentam Santa Fe e Olimpia, já batidos na fase de grupos, nesta quarta (28), no Equador.

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Corinthians e Cruzeiro disputam nesta quarta-feira (28) as semifinais da Libertadores Feminina, em Quito, no Equador, e podem fazer uma final brasileira no sábado (31). O Corinthians enfrenta o Santa Fe, da Colômbia, às 17h, e o Cruzeiro pega o Olimpia, do Paraguai, às 21h, no horário de Brasília.

Horário e onde assistir

As duas semifinais são em jogo único, no Estádio Rodrigo Paz Delgado, a Casa Blanca. Se houver empate no tempo normal, a vaga sai nos pênaltis. Os horários e a transmissão:

  • Corinthians x Santa Fe (Colômbia): quarta-feira (28), às 15h (17h de Brasília)
  • Cruzeiro x Olimpia (Paraguai): quarta-feira (28), às 19h (21h de Brasília)
  • Transmissão: Sportv, CazéTV, NSports, Xsports, Pluto TV e UOL

Reencontros da fase de grupos

Os dois confrontos repetem jogos da primeira fase, e os brasileiros venceram com folga. No Grupo A, o Corinthians bateu o Santa Fe por 5 a 1. No Grupo C, o Cruzeiro fez 3 a 0 no Olimpia, com gols de Gisseli, Marília e Rafa Levis.

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Os dois adversários se classificaram em segundo lugar nos grupos liderados pelos brasileiros e chegaram à semifinal com vitórias apertadas nas quartas de final.

Como chegam

O Corinthians, campeão das três últimas edições, não perde há 22 jogos na Libertadores. No sábado (24), goleou o Independiente Dragonas, do Equador, por 5 a 0, com todos os gols no segundo tempo. Duda Sampaio abriu o placar, e Vic Albuquerque e Gabi Zanotti marcaram duas vezes cada.

Estreante na competição, o Cruzeiro venceu os quatro jogos que disputou, com 11 gols marcados e um sofrido. No domingo (25), bateu o Libertad, do Paraguai, por 3 a 0, também com os gols no segundo tempo. Vanessinha abriu o placar com um chute de fora da área, Letícia Alves ampliou e Byanca Brasil fechou de pênalti. A atacante chegou a cinco gols na competição.

Time feminino do Cruzeiro pela Libertadores 2026.
Time feminino do Cruzeiro pela Libertadores 2026. Foto: Gustavo Martins/Cruzeiro

 

O Santa Fe eliminou o Palmeiras, único brasileiro que caiu nas quartas. O time paulista chegou a abrir 2 a 0, mas as colombianas empataram no segundo tempo e venceram por 3 a 2 nos pênaltis. Já o Olimpia passou pelo Deportivo Cali, da Colômbia, por 1 a 0, com um gol no fim do jogo.

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Em jogo

A final e a disputa do terceiro lugar são no sábado (31), também na Casa Blanca, com horários ainda não divulgados pela Conmebol. O campeão garante vaga na Copa das Campeãs de 2027 e no Mundial de Clubes de 2028.

O Corinthians, maior campeão da Libertadores Feminina, busca o quarto título seguido e o sétimo da história. O Cruzeiro tenta ganhar a taça logo na primeira participação. Os clubes brasileiros venceram 14 das 17 edições da competição.

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